domingo, 15 de setembro de 2013



Quais são as suas?
Desde agora ninguém me inquiete; porque trago no meu corpo as marcas do Senhor Jesus. Gálatas 6:17
Todos nós carregamos marcas em nosso corpo ou alma.
Elas são prova da nossa existência. São marcos das nossas experiências. São testemunhas incontestes da nossa história. São lembranças que nos ajudam a formular a esperança de que todo sofrimento, por mais demorado que seja, sempre será passageiro. 
Algumas nos remetem ao passado de dor, outras nos fazem rir, mesmo depois de tanto tempo passado. Elas são parte de nós. Sem elas não seriamos quem somos.

Contudo, o que mais importa não é se temos mais ou menos marcas. Se há mais o que lamentar ou comemorar. O que mais importa é se essas marcas, poucas ou muitas, sofridas ou não, compõe o cenário de uma existência significativa. Ter uma existência significativa, mesmo com marcas de momentos dolorosos, vale mais do que uma aparência de sucesso de uma existência vazia. 

O apóstolo Paulo não tinha, nas mãos e pés, as mesmas marcas de pregos que teve Jesus, mas carregava em seu corpo as marcas produzidas pelo mesmo ódio e perseguição que sofreu o seu mestre. 

Sofreu porque o seu coração fora marcado pelo amor de Deus e esse amor o impulsionava a testemunhar, mesmo sob ameaças e perigos. As marcas em seu corpo nada mais eram do que a concretização da marca do amor de Deus em seu coração. Por isso não havia o que lamentar, nem razão para se importar com as opiniões alheias, pois as marcas do seu corpo, se para uns era sinal de fraqueza e derrota, para ele era símbolo, testemunho, prova do dever cumprindo. 

Que marcas você carrega em seu corpo ou alma? Que significado elas têm para você? Para quem essas marcas apontam? Que objetivo você tinha em mente quando essas marcas foram feitas?
O convido a submeter suas ações ao comando de Jesus de Nazaré para que toda e qualquer cicatriz não seja em vão, mas que faça parte de algo maior, que ultrapasse os limites do tempo e do espaço alcançando a eternidade, dando sentido a sua existência.
Pr Paulo Carlos.