quarta-feira, 7 de novembro de 2012


Acredite e Aja.

E quando Herodes estava para o fazer comparecer, nessa mesma noite estava Pedro dormindo entre dois soldados, ligado com duas cadeias, e os guardas diante da porta guardavam a prisão.
E eis que sobreveio o anjo do Senhor, e resplandeceu uma luz na prisão; e, tocando a Pedro na ilharga, o despertou, dizendo: Levanta-te depressa. E caíram-lhe das mãos as cadeias.
E disse-lhe o anjo: Cinge-te, e ata as tuas alparcas. E ele assim o fez. Disse-lhe mais: Lança às costas a tua capa, e segue-me.
E, saindo, o seguia
. E não sabia que era real o que estava sendo feito pelo anjo, mas cuidava que via alguma visão.
E, quando passaram a primeira e segunda guarda, chegaram à porta de ferro, que dá para a cidade, a qual se lhes abriu por si mesma; e, tendo saído, percorreram uma rua, e logo o anjo se apartou dele.  Atos 12:6-10

O texto nos trás um cenário extremamente tenso, não só para a Igreja de Cristo, mas principalmente para Pedro que estava a um passo da morte.

O que me chama a atenção é a forma como Pedro, acreditando, mesmo sem ter noção concreta do que estava acontecendo era realidade ou não, levante-se e, passando por toda guarda, é conduzido para a liberdade.

Faz algum sentido para você que é preciso acreditar e, acreditando, agir sem olhar para os lados onde se enfileiram todos os nossos sentimentos limitantes?

Por mais fortes e bem armados esses fatores se mostrem, se tivermos foco no objetivo e dermos ouvidos ao Deus que nos chama para a liberdade e o cumprimento da sua vontade em nossa vida, a vitória virá.

Paulo Carlos
Analista Comportamental; Palestrante Motivacional; Professional & Self Coach; 
Professor de Ética e Filosofia; Pastor da IB da Redenção - Olinda.
Contato: (81) 8775-0118
Por que temos medo das mudanças?


Variados são os motivos. 


Talvez a insegurança encabece a lista de algumas pessoas. Acreditando que o novo poderá torná-lo dispensável por não ter espaço para antigas atitudes, alguns preferem preservar o que lhe parece a continuidade de algo que, talvez, já não comunique nada para ninguém, mas, pelo menos, preservará o status quo de uns poucos. 


Faz sentindo para você que as mudanças, desejando-as ou não, acontecerão por inúmeros motivos e muitos deles alheios a nossa vontade?


O que fazer então? Estar atento aos apelos do nosso entorno e manter viva a chama da curiosidade infantil, tão necessária para novos aprendizados.
Aqueles que estão dispostos a aprender, sempre terão espaço num mundo em contínua evolução. 


Paulo Carlos

sexta-feira, 2 de novembro de 2012


Celebrando a vida através da morte

Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, porque naquela está o fim de todos os homens, e os vivos o aplicam ao seu coração. Eclesiastes 7:2

Celebrar momentos marcantes na existência é uma atitude exclusiva do ser humano. Não encontramos essa atitude no reino mineral, vegetal e nem animal, com exceção da encontrada entre os seres racionais. Celebramos a vida e suas fases, bem como as conquistas alcançadas em cada período da existência. Por fim, celebramos a morte. Sim, celebramos a morte!
Partes dos orientais celebram a morte como um momento de promoção da alma por entenderem que o corpo, como elemento limitante, já não atrapalhará sua evolução. Os ocidentais não encaram a morte como um acontecimento festivo, antes a veem como um acontecimento ligado a perdas. Perde quem vai, por cessar todas as possibilidades de realização nessa dimensão da vida. Perde quem fica, por ser privado da presença do ente querido, entre outras coisas ligadas a perda dessa presença. Por isso, essa celebração fúnebre entre os ocidentais é marcada por choro e tristeza, mesmo entre aqueles que acreditam na continuidade da vida após a morte na companhia de um bondoso Deus que espera todos aqueles que, em vida, optaram por serem seus seguidores.
Por ser tão importante quanto o aniversário ou a formatura de alguém, esse momento de despedida ganhou um dia especial no calendário cristão: O dia de finados. Nesse dia celebramos a saudade de alguém que se foi. Aparentemente celebramos a morte.
Contudo, sendo um momento reservado para resgatar a memória dos que já se foram, ouso afirmar que esse dia, assim como no aniversário, é um momento de celebrar a vida. Celebrar a lembrança daqueles que nos deixou como legado o desafio de continuar a preserva a vida. Recebemos das mãos dos que se foram um mundo em construção. É da nossa responsabilidade a continuidade do projeto de melhoria do mesmo. Agindo assim, honraremos as histórias e memórias daqueles que homenageamos nesse dia.
Agradecido aos que me antecederam, suplico a Deus que conceda sabedoria para tornar a minha vida uma trajetória digna de ser lembrada e uma inspiração aos que, depois de mim, terão a responsabilidade de cumprir a missão dada por Deus de preservar a vida humana. Vida essa que, como aprendemos com nossos pais, mestres e nosso mestre maior, Jesus, deve ser vivida na base do amor a Deus e do serviço ao próximo.
Paulo Carlos
Coach, Professor de Filosofia/Ética e Pastor Batista.