sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Sobre árvores, tesouros, frutos, sonhos e amor.
“... ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem rouba”m. Mt 6:20

“Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento.
E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Marcos 12:30-31

“Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer”. Jo 15:5

Amar é uma decisão racional que produz um campo de força emocional tão intenso que nos protege de uma vida infrutífera.

Pelo fato do amor, apesar de ter origem divina, ser nosso, é da nossa inteira responsabilidade o ato de escolher onde depositá-lo. Às vezes, quando o deixamos tornar-se refém de alguém, é necessário que a razão seja acionada para que, tomando conta da situação, nos livremos da paralisia que uma emoção exacerbada pode causar; de outro modo poderemos ser alvos de uma infertilidade existencial. Infertilidade que a razão pura, nesse campo, também pode produzir. Equilíbrio no uso da razão e da emoção é o melhor dos mundos. O equilíbrio potencializa ao máximo essas duas forças vitais elevando-nos ao patamar da excelência em nossas relações, sejam elas pessoais, profissionais ou ministeriais.

Escolher onde depositar nosso tesouro, nosso coração, nossa motivação, é escolher com o quê ou com quem estaremos envolvidos na busca da conquista dos sonhos, na corrida pela realização pessoal e/ou comunitária.

Cristo nos convida a amar a Deus sobre todas as coisas, pois assim nosso amor tem garantia de reciprocidade eterna. Também somos convidados a amar o outro como a nós mesmos, porque isso garante paz e harmonia, afinal, ninguém, em sã consciência, deseja o mal para si mesmo.

Se seremos conhecidos pelos frutos, e se esses são produzidos segundo a espécie da árvore que o produz, que a nossa conectividade seja com Cristo, pois Ele mesmo afirmou que fora dEle nada poderíamos fazer, DE BOM. (grifo meu).

Que essa conectividade nos faça acumular a verdadeira riqueza que é a comunhão com Deus, e que essa comunhão nos faça canais da graça de Cristo ao mundo, tornando-nos, assim, agentes das mudanças que tanto queremos ver.

No amor do Cristo com quem desejo estar conectado sempre,
Paulo Carlos
Pastor, Professor, Coach e Analista Comportamental.