quinta-feira, 30 de junho de 2011

Pensamentos Meus

Ninguém gosta, ou melhor, ninguém quer ser decepcionado, mas poucas pessoas se importam se 
estão decepcionando alguém.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Louvando através das Gerações

Uma geração contará à outra a grandiosidade dos teus feitos; eles anunciarão os teus atos poderosos. Salmos 145:4

Quero contar um canto.
É isso mesmo! Quero contar sobre o canto entoado pelo apóstolo Paulo.
Canto vibrante que ele realizou ao perceber a ação misericordiosa de Deus em direção a um povo que, como eu e você, não merecia tamanha dádiva (Is 30:9; 65:2; At 7:51; Rm 10:21).
Meu conto não é novo, nem inédito. É um conto que já foi muitas vezes e de muitas formas contado, e, de igual modo, já tão belamente cantado. É o conto de um povo que, como aconteceu comigo e com você, quebrou a aliança, o elo de confiança e amor, afastou-se do seu Criador (Gn 3:6,8,11,12; 2Rs 10:31; Ez 16:59 17:19). É o conto de um amor que, devido à multidão de pecados, revelou-se através de uma graça transbordante, resgatando, assim, o que seria irrecuperável (Is 43:1; Lc 19:8-10; Jo 21:17).
Quero contar a narrativa do uso de uma infinita benevolência, por parte de um justo e amável Juiz, em direção a um réu (Pv 22:23; 1Jo 2:1). Tamanha é a compaixão do Juiz que providencia, não apenas o advogado para representar o réu, mas também para assumir a culpa e cumprir a pena em seu lugar (Is 53:5). Esse réu sou eu, a culpa é o pecado, e a pena é a morte (Jr 16:18; Rm 6:23; 1Tm 1:15).
Quero narrar esse canto em verso e em prosa, com ou sem rima, em tempo ou fora dele.
Quero fazer lembrar a melodia do canto que foi inspirado por esse conto, e, pelo conto, motivar o canto que é uma forma, dentre tantas outras, de adoração ao autor do conto e da inspiração do canto.
Entendo que diante de um conto desses, é impossível não levantar a voz e deixar de cantar desse amor, do mesmo modo que o fez o apóstolo Paulo. Impossível não render-se em culto ao Criador e doador da vida, o qual fez nascer a história e, dentro dela, criou o roteiro desse conto que, transformado também em canto, tem sido contado e cantado por todas as gerações, em todos os lugares.
Esses versos e melodias, ao logo dos séculos, têm trazido vida ao que estava morto (Lc 7:14,15), embelezado o que se deformou pelo pecado (Ap 21:2) e promovido a ligadura do que estava solto (Rm 12:5), formando assim o corpo de Cristo, que chamamos de Igreja.
Igreja? O que é Igreja? Mais do que pomposas ou simples edificações, é a reunião do povo coadjuvante desse conto, no qual Deus é o único autor, e “ator” principal.
No sentido de povo reunido, Igreja é o ambiente propício e privilegiado de adoração coletiva Àquele a quem devemos prestar honra em culto permanente, coletivo ou individual, no cotidiano da vida, através dos contos e cantos, de geração em geração.
Uno-me e os convido a unirem-se ao apóstolo Paulo neste canto:
Ó profundidade da riqueza da sabedoria e do conhecimento de Deus!
Quão insondáveis são os seus juízos, e inescrutáveis os seus caminhos!
Quem conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi seu conselheiro?
Quem primeiro lhe deu, para que ele o recompense?
Pois dele, por ele e para ele são todas as coisas.
A ele seja a glória para sempre! Amém”. (Rm 11:33-36)
No amor do Cristo a quem adoro em contos, cantos e “causos”,
Pr Paulo Carlos

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Pensamento do Dia

O preço do compromisso com a consciência própria é o isolamento produzido pelo outro que te lança na "lista negra" por não lhe ter como servo incondicional.